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O mundo é dos desnudos…ou quase

julho 5, 2010

Desnudos, sin Obelisco
Primero, ante México, aparecieron algunas grietas y, a pesar del discreto rendimiento, con los nombres alcanzó para pasar el truno; contra Alemania, con el condicionamiento de un gol a los dos minutos, la realidad quedó desnuda. Y no en el Obelisco.

Torcida argentina amarga eliminação, mas se salva de ver Maradona despido
Nunca antes na História da Argentina um cefalópode foi tão citado como oráculo de mau agouro. O octópode em questão era o polvo Paul, residente do aquário de Oberhausen, que no início da semana ficou mundialmente famoso ao vaticinar a vitória da seleção da Alemanha sobre a Argentina. “Esse polvo, ainda por cima, é inglês de nascimento”, disse com humor – em referência ao lugar de nascimento do molusco, a Inglaterra, velha rival futebolística da Argentina – o comerciante Julián Barrera ao Estado, após sair do bar temático “Locos por el fútbol”. Na porta do bar, na esquina das ruas Vicente López e Azcuénaga, no bairro da Recoleta, ponderou resignado sobre a desclassificação da Argentina: “fazer o quê…será na próxima!”.

Maradona continuará vestido – O colunista Diego Gualda, do jornal Perfil, avaliou a derrota argentina com ironia e celebrou que, pelo menos, a retirada da seleção nacional na Copa salvará a população de ter que ver Diego Maradona “en bolas” (expressão argentina para “nu”) no Obelisco.
Gualda referia-se à promessa que Maradona fez poucos dias antes do início da Copa do Mundo, quando jurou que – em caso de vitória argentina do troféu da FIFA – tiraria toda a roupa e correria ao redor do Obelisco.


DON’T CRY FOR US ARGENTINA (cry for yourself)
Maradona talvez não tenha visto todas as partidas da Alemanha nesta Copa. A Alemanha, essa sim, resgatou o futebol que o povo gosta. O futebol que não admite Felipes Melos, não admite DeMichelis, não admite estrelas que desfrutam de amplo favoritismo antes mesmo de derrubar uma gota de suor em campo. O futebol que é ardiloso, mas não deleal. Que explora as fraquezas do adversário, mas não o desrespeita. Que extrai de seus jogadores o melhor, e lhes dá condições para fazerem a coisa com liberdade e sem falsa responsabilidade “cívica”.

Sexo, drogas, rock and roll y la pelota

¿Se ‘comerá’ Maradona al pulpo?

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