Skip to content

O velho e bom jornalismo investigativo

agosto 1, 2010

Irak, Wikileaks y nuevas evidencias de la muerte de civiles
Ehan McCord, que pertenecía al pelotón de la Compañía Bravo, de la 2-16 División de Infantería, se encontraba en la zona aquel 12 de julio de 2007. Habían combatido contra insurgentes en Nuevo Bagdad. Tras los disparos del helicóptero recibieron la orden de acercarse e informar de lo ocurrido. Lo que vio lo acaba de contar. En este vídeo explica cómo rescató a los dos menores de la camioneta, una niña de cuatro años y un niño de siete, que estaban vivos. También cuenta que su jefe le regañó por ese acto de debilidad: “¡Qué coño haces McCord con ese jodido niño! y le conminó a asegurar la zona. En la foto superior se ve al soldado con la niña. El ex soldado asegura que no fue un caso extraordinario, solo parte de la vida cotidiana en Irak.

Inside Information

Vazamento em estado bruto
O que significa contar a verdade sobre a guerra?
É o papel da inteligência – e dos jornalistas – penetrar o nevoeiro da guerra. Mas não existe uma coisa como total transparência em tempos bélicos. A névoa sempre ganha. Para citar McNamara: “A guerra é tão complexa que ultrapassava a habilidade da mente humana de compreender todas as suas variáveis. Nosso julgamento, nosso entendimento, não são adequados. E nós matamos pessoas sem necessidade.” Essa é a verdade da guerra.

Assange, como Daniel Ellsberg, vem sendo acusado de ignorar os interesses nacionais. Foi essa uma ação irresponsável ou uma vitória jornalística?
Nenhuma das duas coisas. É uma parte natural e inevitável do embate em tempos de guerra entre o Pentágono e seus opositores em casa e no exterior.

Uma organização como o WikiLeaks – sem sede em nenhum país e, portanto, sem ter de obedecer a nenhuma lei – propicia a qualquer pessoa espaço para postar informações e opiniões, sob total anonimato. Será esse o futuro do jornalismo investigativo?
Se formos definir vazamentos de dados como revelações não autorizadas de informações confidenciais, então a única novidade que o WikiLeaks traz é o método de distribuição. O jornalismo investigativo não se baseia só em vazamento, mas na pesquisa detalhada e paciente.

No comments yet

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: