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Ernest C. Withers, o homem do FBI

setembro 16, 2010

Aquela foto do reverendo Martin Luther King Jr. tomando um dos primeiros ônibus dessegregados em Montgomery, Alabama? Ele a tirou. A imagem conhecida dos funcionários de saneamento negros carregando cartazes “Eu Sou um Homem”, em Memphis? Dele. Ele foi o único fotojornalista a documentar todo o julgamento do assassinato de Emmett Till, e estava lá no Quarto 306 do Lorraine Hotel, o quarto de King, na noite em que ele foi assassinado.

I AM A MAN

Withers fotografou a histórica luta dos negros americanos em um país dominado pela cultura dos brancos. Nos anos 50 e 60, ele participou ativamente do movimento dos direitos civis liderado por Martin Luther King, entre outros. O trabalho de Withers faz parte da extraordinária história da fotografia norte-americana. Foi como fotógrafo freelance que ele documentou a primeira viagem de um ônibus não segregado em Montgomery, no Alabama em 1956. Dr. King estava no ônibus.


© Ernest Withers

Famoso fotógrafo do movimento de direitos civis era informante do FBI, diz jornal
“Se isto for verdade, Ernie abusou de nossa amizade”, afirmou o reverendo James Lawson Jr., ministro aposentado que organizou protestos pró-direitos civis nos anos 60, citado pelo jornal “The New York Times”.

El fotógrafo de Martin Luther King era un infiltrado del FBI
Whiters era un negro más en la lucha de liberación racial. Que este secreto vea ahora la luz se debe, sobre todo, a un error en la cobertura que los agentes daban a sus informadores en los documentos. En la mayoría de los informes que facilitó el fotógrafo, su identidad queda difuminada bajo una especie de matrícula: ME338-R. Sin embargo, en diversos casos, los “oficinistas” del FBI parece que olvidaron ocultar la identidad. Fuentes oficiales no han sabido explicar las razones de este lapso. Ni han querido aclarar cual era el precio de las filtraciones.

Ernest Withers Files


© Ernest Withers

Jorge Diehl enviou a matéria do UOL para cá. O primeiro páragrafo dessa nota vem do UOL, que traduziu o NY Times.
O blog do Fernando Rabelo, Images & Visions, também fez uma nota.

2 Comentários leave one →
  1. setembro 16, 2010 12:34 pm

    Que grande historia, ainda hoje a luta continua e sonho também!

  2. claudioversiani permalink*
    setembro 16, 2010 1:39 pm

    Caro Claudio,
    vc tem razão, é uma grande história sim. A luta pelos direitos civis na América dos anos 60 é uma história de arrepiar. E pelo visto ainda tem muita coisa para se contar. Essa hsitória do Whiters me deixou bastante triste. É muito feio, não é?
    Mas vc tem razão mais uma vez, a luta continua e o sonho não morreu.
    Veja a nota sobre o filme do Silvio Tendler, logo aí acima.

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