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O fotojornalismo segue vivo

setembro 17, 2010

Esto es periodismo
Dicen las mentes más simples y los críticos más inflexibles que, desde los albores del fotoperiodismo, todas las fotos de guerra han sido exactamente iguales. Paisajes desolados, rostros marcados por el sufrimiento, soldados abatidos en el campo de batalla y víctimas colaterales con alguna que otra extremidad amputada, que a menudo obligan al espectador a apartar la mirada. Una imagen caricaturesca que el festival Visa pour l’Image se esfuerza en combatir desde hace 22 años en Perpiñán, sede del principal certamen internacional consagrado al reporterismo, que abre sus puertas mañana en la capital del Rosellón. “Si todas las fotos de guerra son iguales, ¿qué decir de las de fútbol? Que yo sepa, siempre aparece un chico en pantalón corto corriendo tras un balón. Y de eso no hay nadie que se harte”, protesta el fundador del festival, Jean-François Leroy. Lo sigue dirigiendo contra viento y marea, oponiéndose a la deriva mercantil de los medios de comunicación, que el año pasado aseguró que acabarían fulminando a la profesión.
Algo menos pesimista, Leroy ha matizado este año su sombrío diagnóstico. E incluso ha detectado algunos brotes verdes, a través de nuevos modelos de financiación para los reportajes, la esperanza de Internet como soporte de futuro y la multitud de fotógrafos jóvenes que escogen el reporterismo, mientras todo el mundo insiste en que se trata de un oficio en vías de extinción.


Visa pour l’Image


© Claudio Versiani

3 Comentários leave one →
  1. Débora permalink
    setembro 25, 2010 10:21 am

    Claudio, tudo bem? Onde é isso?
    bjs
    Débora

  2. Claudio Versiani permalink*
    setembro 27, 2010 9:02 am

    Oi Débora,
    isso aí ee em Perpignan, no sul da França e mais precisamente na Catalunha francesa. É lá que acontece o “Visa pour L’Image”, o maior festival de fotojornalismo do mundo mundial.
    É uma grande celebração à fotografia jornalística.
    Bjo.

    • Débora permalink
      setembro 28, 2010 1:56 am

      Claudio,
      Dei uma olhada no site do “Visa pour L’Image”. Muito interessante.
      Mas quando vi a foto acima, pensei que fosse uma exposição de fotos numa cidade menos privilegiada em função da aparência da sala.

      É que sempre achei que a arte deveria entrar em lugares onde ela causará surpresa. Assim como o futebol, acredito que a arte pode parar uma guerra para ser assistida. Que tal uma apresentação do Cirque du Soleil na faixa de Gaza?
      bjs
      Débora

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