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Quem gostaria que Assange desaparecesse…

dezembro 7, 2010

Un alto cargo del Gobierno de Canadá pide asesinar a Assange
Thomas Eugene Flanagan trabaja como científico en la Universidad de Calgary (Canadá). También es asesor del primer ministro de Canadá, Stephen Harper, a quien ayudó a llegar al poder. Su última aportación, sin embargo, puede tener efectos más perversos.
En una entrevista a la CBC, Flanagan ha pedido asesinar al fundador de WikiLeaks, Julian Assange, cuyas filtraciones han puesto en jaque las relaciones diplomáticas de Estados Unidos. “Creo que Assange debería ser asesinado”, dijo ante la incredulidad del entrevistador y de los colaboradores de la cadena de noticias norteamericana.
No se quedó ahí este estadounidense de 66 años de tendencias claramente conservadoras. “Creo que Obama debería usar un ‘drone’ (un avión no tripulado) o algo parecido”. El presentador de la CBS no podía creerse lo que oía. “Esto que dice es muy fuerte”, le espetó. “Bueno, estoy realmente cabreado”, respondió Flanagan.

O que o vazamento do WikiLeaks ensina (Editorial)
O australiano Julian Assange, o hacker responsável pelo site WikiLeaks, o terror de autoridades no mundo inteiro, devido ao vazamento de informações que patrocina, é considerado por David Brooks, colunista do “New York Times”, um “anarquista à moda antiga”, para quem todas as instituições são corruptas e os pronunciamentos públicos, mentiras deslavadas.
Daí, Assange não pensar duas vezes antes de divulgar tudo o que lhe chega às mãos, sem critério, como demonstra a atuação do site.
David Brooks, em recente coluna, registra que, de acordo com a revista “New Yorker”, Assange já revelou detalhes técnicos de um equipamento do Exército americano criado para prevenir a explosão de bombas colocadas em estradas, uma importante causa de baixas do país no Oriente Médio.
Não preocupou o australiano se a revelação das informações colocaria vidas em perigo.
Mas não é o caso de se decretar uma caça a Julian Assange. Afinal, toda a sociedade tem o direito de ser informada de assuntos de Estado — o desativador de bombas, por óbvio, não se enquadra neste caso.
Mas é melhor existir o WikiLeaks do que não. A questão passa a ser outra: o processamento das informações divulgadas em bruto por Assange.

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