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O velho e bom jornalismo

agosto 1, 2010

Un gol del viejo periodismo
Pero la gran diferencia es que hace 40 años fue un periódico impreso quien recogió las rentas de prestigio y ahora es en cambio un portal digital, Wikileaks, quien ha convertido la publicación en una formidable operación de relaciones públicas. Wikileaks ha sabido jugar, además, en dos tableros. De una parte, como en sus muchas filtraciones anteriores, ha funcionado en la línea de los wikis, es decir, portales informativos nutridos por las aportaciones del público o crowdsourcing. Pero de la otra, ha utilizado a tres grandes medios de comunicación de prestigio en los tres países políticamente de mayor peso e influencia para convertir su acción en un golpe informativo de primera magnitud. Con este doble camino, aparentemente contradictorio, ha reafirmado las virtudes de la web 2.0, que pone los contenidos de la información en manos del público o si se quiere de la demanda, convertida en fuerza de tracción y de organización de los medios, pero, a la vez, ha valorizado al viejo periodismo clásico de oferta, en cuyas manos ha dejado la tarea de jerarquizar, analizar y transmitir al gran público.

A história por trás da publicação dos documentos sobre o Afeganistão no WikiLeaks
Quando eu estava no trem sob o Canal da Mancha, tentei formular o que eu lhe diria – lembra Davies. – Não iria funcionar se eu dissesse: “Sou um repórter insaciável, gostaria de ter acesso a toda a sua informação e publicá-la no meu jornal.”
Em vez disso, Davies planejou dizer a Assange que o “Guardian” pretendia colocar uma equipe identificando dados nos documentos inéditos do WikiLeaks que poderiam ser beneficiados por uma pesquisa cuidadosa, alguns dos quais seu jornal iria publicar e outros que poderiam ser divididos com outras publicações. Em 22 de junho, durante um encontro de seis horas regado a café numa cafeteria de Bruxelas, Assange deu outra sugestão – que o “Guardian” e o “New York Times” tivessem acesso prévio a parte da informação que o site tinha sobre a guerra no Afeganistão, com cada jornal publicando seu próprio material sobre os documentos. Nas 24 horas seguintes, Assange disse que a “Der Spiegel” também deveria ser incluída no grupo.

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